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Erotismo

Uma mulher, dois homens e seis orgasmos

"O trio dos prazeres, completamente rígidos e a flor da pele, gemiam, fodiam, beijavam, um momento magnífico, que merece receber seu devido valor."

Jogada de joelhos, meticulosa em suas ações, a mulher tomava em sua boca um de seus benfeitores, sem desamparar o segundo, estimulado por uma das mãos. Variou suas carícias durante longos minutos, sendo justa em suas ofertas, recebendo, de tempo em tempo, visitas simultâneas na portaria.

Instantes depois foi até a cama, oferecendo sua garupa a um dos rapazes, ao passo que o outro posicionou-se à sua frente, repetindo o exercício passado. Rapidamente a mulher recebeu uma profunda ofensiva que a fez arder em cio, trêmula, vítima de uma sessão violenta, que obrigou a boca farta a abrir espaço e gritar, radiante, um incandescente momento, que se prolongou e também possuía tapas, tanto nas nádegas quanto na face. Um delicioso castigo.

@alphachanneling

Os homens variaram a posição em seguida. No propósito de ser inédito, o segundo atacante invadiu a fenda até então intacta. A mulher soltou um novo grito agudo, agradecendo ao seu ídolo, aceso como um diabo: “Ahn” regozijou-se “Isso” a voz parecia um princípio de choro, “não para!” implorou, até ser obrigada a se calar, pois sua boca recebia também um novo deleite.

Este momento durou um pouco mais, pareciam ter encontrado a escalação perfeita.

O trio dos prazeres, completamente rígidos e a flor da pele, gemiam, fodiam, beijavam, um momento magnífico, que merece receber seu devido valor.

O terceiro retrato do espetáculo rendeu os primeiros jatos aos rapazes.

O atrevido deitou-se na cama, recebendo a cavaleira, que inclinou-se para frente largando os seios fartos sobre a face do rapaz e desenvolvendo a anca, pois havia um participante desamparado, e isso era inaceitável.

Sua segunda brecha hospedou um membro enorme. Agora sim! Completamente preenchida! Todo o corpo entregue, completamente imóvel, desprovida de forças, trêmula demais para falar, apenas gemia. As investidas continuaram, uma delícia profunda, poderia passar a eternidade sofrendo a pena. A mulher inclinou-se pouco mais, abraçando o rosto do rapaz e proporcionando ações mais ligeiras por parte dos atacantes, que seguiram, incansáveis, até que juntos regaram o íntimo da mulher com o mais nobre e puro líquido.

Abandonaram as partes lentamente, conforme saíam vazava também o sagrado supracitado. A mulher, dolorosa, fraca, mas ainda disposta (chamá-la de disposta é no mínimo original), abriu-se sobre a cama, recebendo entre as pernas um dos rapazes, ao passo que o segundo abandonou o espetáculo brevemente. Ainda nu, flácido (mas retomaria sua divina rigidez em instantes) caminhou por um ou dois segundos, sacando um cigarro, contemplando o espetáculo do camarote.

No palco a mulher se contorcia, afogando o rosto do jovem em suas pernas, regozijando-se por completa minutos depois, emanando um gemido único e acalmando seus gestos, deixando claro que havia alcançado o auge.

Recuperado, ainda com o cigarro em pulso, o homem afastado retornou a cena, oferecendo à moça sua bagagem, que foi imediatamente recebida por lambidas e chupadas. Soberano das ações, após abandonar o cigarro, reuniu os cabelos da mulher e fez sua arma desaparecer na imensidão de sua garganta. Engasgada, ela passou a receber novos estímulos também do terceiro participante, que caminhou por seu corpo com as mãos, acariciando cada capital do desejo, atento a todos os pontos.

Estando novamente armados, adotaram um novo estilo, acompanhado de uma nova ferramenta.

A mulher deitou-se de lado conforme um dos homens se posicionava em sua traseira. Ela levantou as pernas, ele afastou suas bandas e invadiu a brecha minúscula. Um novo gemido.

O segundo rapaz tornou a encher sua boca, mas o curioso deste momento é que este possuía em mãos um instrumento semelhante ao que ele possuía entre as pernas.

Levou a ferramenta até a fenda principal da mulher, invadindo aos poucos, detalhando suas reações, completamente grata. Ainda melhor que antes! Agora sim estava perfeito! Três entradas, todas devidamente preenchidas, três orgasmos haviam acontecido, outros três estavam por vir, três coisas embaralhavam sua mente, os olhos fechados, entregue a qualquer coisa que os homens desejassem.

Em um instante onde ocorria a troca de funções, a mulher, completamente estática, teve de se esforçar para não chorar de saudade nos segundos de abandono.

Ah! Que doce prazer! Todos participantes ardiam, prestes a explodirem em chamas.

Para notar que não minto, caro leitor, eis uma ilustração da singularidade do momento: a mulher chegou ao auge novamente, pela segunda vez em bons minutos, pois era estimulada ao extremo, e conter-se era impossível, assim como indesejável.

Os homens sorriram, vitoriosos, ficando de pé ao passo que a mulher jogava-se ao chão.

Buscou retribuir os rapazes, faminta, suas ações ligeiras, a boca melada. Instantes depois, vendo que o grande momento se aproximava, dedicou a cada um uma das mãos, empinando o rosto, oferecendo a boca receptiva. Segundos depois toda face estava coberta. Divino orgasmo!

Limpou o rosto com uma das mãos, chupando minuciosamente cada dedo, evitando desperdício, até que ficou de pé e iniciaram um beijo triplo fervente, que deu prosseguimento a novos delírios, incansáveis, entregues a volúpia.

Mas essa segunda parte fica para outro dia.

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