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Redução de Danos

O recheio é do bom! Mas, e a seda, presta?

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Se liga no prejuízo em fumar sedas falsificadas.

Como sabem, o número de fumantes no brasil é muito grande e o consumo de tabaco industrializado pode ser extremamente prejudicial para a saúde, uma vez que o problema está em quase todas as partes: do tabaco processado às químicas e composições do papel em que foi enrolado. Por isso, vamos abordar aqui um assunto que foca em mostrar uma alterativa mais interessante, principalmente sobre a escolha do seu papel de enrolar (afinal, somos especialistas no assunto).

 

Vamos falar sobre seda?

Comumente ligado ao consumo da maconha, os papeis de seda são, de longe, o mais tradicional método utilizado pelos adeptos da planta, isso porque traz uma série de facilidades. É normal achar sedas em qualquer banca de jornal e além disso, bolar um verdadeiro baseado passou a ser uma tradição (e às vezes competição) entre os maconheiros de plantão. Vai falar que você não concorda?!

Mas não é só de Cannabis que vivem as fábricas de papel de enrolar. O Tabaco enrolado na sedinha está ganhando muito espaço entre a galera que procura uma alternativa mais saudável, mas que sacie facilmente a vontade de fumar um “careta” e sendo assim, é importante saber muito bem o que você está botando para dentro dos pulmões.

 

Tudo igual, né? #SQN!

Vamos começar dizendo que existem sedas feitas de diferentes fibras, como arroz, alfafa, linho e cânhamo. Sendo que esta última não é tão fácil de ser encontrada, afinal, o Brasil ainda está muito longe de se tornar a próxima Holanda ou Uruguai.

A OCB, por exemplo, é uma das maiores e mais antigas fabricantes deste produto no mundo, atuando no mercado desde 1822. A matéria prima escolhida foi o linho, pois afeta menos o gosto, o aroma e consegue entregar maior equilíbrio no tempo de queima. Além disso, existe um cuidado muito grande em garantir que a carburação do papel gere a menor quantidade de danos ao fumante. Por ser 100% natural e não passar por nenhum processo químico, colabora também para o processo de redução de danos.

Deixando claro, não são todas as marcas que tem o cuidado em garantir essa qualidade, afinal usar químicos como o cloro no processo de fabricação poupa muito tempo – e tempo é dinheiro. Fique de olho também nas sedas falsificadas, que além de alterar o aroma e sabor do seu fumo, elas podem conter ainda mais tóxicos prejudiciais. Por isso, quando comprar a sua, confirme a autenticidade: todos os livrinhos de sedas originais OCB vêm com os dados do importador e do fabricante impresso (ou em uma etiqueta) e, para ajudar a diferenciar nos próximos meses, um selo holográfico será colado em todas as embalagens – tipo aqueles que são colados nos isqueiros, sabe? Além disso, todas as sedas do livrinho também são marcadas com o logo e um desenho muito brisa pra você curtir.

Aproveitem as dicas, e boa viagem!

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